Autor: Rodrigo Gonçalves Corrêa

A surpreendente verdade que nunca contaram a você sobre autoimagem

Autoimagem é a visão que temos sobre nós mesmos.  O modo como nos enxergamos define como nos posicionamos diante da vida e molda, em parte, a noção de autoconfiança, equilíbrio e segurança, mas nem sempre é fácil perceber o poder da autoimagem sobre quem somos. Em Branca de Neve, o espelho sempre mostra à bruxa aquilo que ela deseja ver. Talvez porque ela poderia quebrá-lo em caso de sinceridade. Assim, o espelho, coagido, escolhe a polidez e a bajulação como estratégia para se relacionar com a bruxa, e mostra a ela não aquilo que ele próprio vê, mas aquilo...

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Da felicidade: nem se alcança nem se escapa

Há um princípio filosófico que devemos a Aristóteles do qual é difícil discordar: “todo indivíduo humano e todos os seres humanos em comum visam a um fim, o que determina o que escolhem e o que evitam. Esse fim – para expressá-lo sumariamente – é a felicidade”. Veja, na ideia de felicidade contida nessa máxima, está expressa a essência que dá sentido a cada conduta humana. Todos nós compartilhamos uns com os outros, em cada ato, esse mesmo traço fundamental, a saber, a necessidade de ser feliz. Mas, é preciso admitir já agora, ainda no começo, que a felicidade...

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Sobre o valor das coisas que não duram

Somos tão marcados pelo tempo que acreditamos prontamente quando nos foi dito que o melhor era aquilo que durava mais. Que aquilo que não se altera com o tempo vale mais do que aquilo que passa. Que um bom casamento é aquele que só se finda na morte, assim como uma boa personalidade é aquela que resiste à mudança e se mantém sempre idêntica a si mesma. É preciso cogitar, no entanto, que tenhamos sido enganados. A duração não nos garante nenhuma qualidade, porque a duração é puramente a experiência que temos do tempo e, do tempo, só podemos...

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Muito cansaço pode significar falta de sentido na sua vida

A ausência de sentido, de razão, de significado é a tortura da vida. Se nos permitirmos capturar por uma rotina pobre de sentido, a vida começa a perder o valor (e a gerar um cansaço excessivo). Esse é o alerta que nos dá “O Mito de Sísifo”, ensaio escrito pelo filósofo Albert Camus. Sísifo, personagem mitológico, foi condenado pelos deuses a carregar eternamente uma rocha até ao topo de uma montanha. Sempre que se aproximava do cume, a rocha lhe escapava e voltava à base para que ele pudesse continuar sua tortura. Não é propriamente o esforço de sua...

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